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Amor e Trabalho - Destaques
Angústia e Paz
Escrito por Joanna de Ângelis   
Seg, 09 de Janeiro de 2012 16:37
Previne-te contra a angústia.
Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrastante a estado perturbador.
Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível.
Aquela mágoa que conservas, vitalizada pela revolta sem lógica, impele-te a desajuste insano.
Isto que te assoma em forma de melancolia, que aceitas, empurra-te a abismo sem fundo.
Isso que aflora com freqüência, instalando nas tuas paisagens mentais de pressão constante, representa o surgimento de problema grave.
Aquilo que remóis, propiciando-te dor e mal-estar, impele-te a estados infelizes, que te atormentam.
A angústia possui gêneses várias.
Procede de erros que se encontram fixados no ser desde a reencarnação anterior, como matriz que aceita motivos verdadeiros ou não, para dominar quem deveria envidar esforços por aplainar e vencer as impressões negativas e as compulsões torpes.
Realmente não há motivos que justifiquem os estados de angústia.
A angústia entorpece os centros mentais do discernimento e desarticula os mecanismos nervosos, transformando-se em fator positivo de alienações.
Afeta o psiquismo, o corpo e a vida, enfermando o espírito.
Rechaça a angústia, pondo sol nas tuas sombras-problemas.
Não passes recibo aos áulicos da melancolia e dispersa com a prece as mancomunações que produzem angústia.
Fomenta a paz, que é o antídoto da angústia.
Exercita a mente nos pensamentos otimistas e cultiva a esperança.
Trabalha com desinteresse, fazendo pelo próximo o que dizes dele não receber.
A paz é fruto que surge em momento próprio, após a germinação e desenvolvimento do bem no coração.
Jamais duvide do amor de Deus.
Fixado aos propósitos de crescimento espiritual, transfere para depois o que não logres agora, agindo com segurança.
Toda angústia dilui-se na água corrente da paz.
Psicografia de Divaldo Franco
Previne-te contra a angústia. 
Esta tristeza molesta, insidiosa, contínua, arrastante a estado perturbador. 
Essa insatisfação injustificável, perseverante, penosa, conduz-te a desequilíbrio imprevisível. 
Última atualização em Seg, 09 de Janeiro de 2012 16:49
 
Eu não mando em meu coração!
Escrito por Chico Xavier   
Qui, 29 de Dezembro de 2011 11:26

 

“Eu não mando em meu coração (sentimentos).”
Tenho ouvido muito esta frase. Muitas pessoas a usam para justificar um relacionamento cujo ela própria diz que não deveria estar com a outra pessoa, mas ela não manda no que ela sente, e por isto sofre, mas quer continuar com a pessoa em questão. Então o Amor seria obra do acaso? Quando se ama uma pessoa apenas se ama, e se não se ama, não se ama? Seria sorte? Um bom relacionamento é sorte?
Vemos que em toda história da humanidade os grandes sábios ensinaram o Amor...
Ensinaram vários caminhos para aprendermos a amar. Se os sábios ensinaram e nós podemos aprender a Amar, então não pode ser obra do acaso e nem sorte. O AMOR é algo que construímos.
Mas e aquele sentimento repentino que toma conta de nós por outra pessoa?
Nós somos seres eternos, podemos estar reencontrando grandes afetos de outros tempos, ou outra coisa também muito comum: nós criamos uma pessoa idealizada em nossa mente, nesta pessoa idealizada colocamos valores e dotes que responderiam aos nossos caprichos (príncipes ou princesas encantadas), levamos muito a sério aquela história da infância de dois seres lindos e perfeitos que se amaram e viveram felizes para sempre...
Nós não nos temos preparado para sermos felizes diante das adversidades, queremos que o outro nos ame de forma incondicional e dizemos: ele (a) tem que me amar da forma que eu sou.
Mas e eu? Estou preparado para amar o outro com os defeitos que ele carrega? Como todas as pessoas (existem poucas exceções) esperam muito do outro e doam pouco de si, vivem sofrendo e sendo ingratos, pois sempre queremos mais do outro. Muitos vão dizer “mas eu já carrego ele (a) nas costas!” Amar não é carregar ninguém, mas sim perdoar [o perdão não é conivência com o erro do outro, mas sim não carregar a mágoa no coração] compreender, ter paciência e muitos outros detalhes que depois vou colocar no final a explicação do que é AMOR.
Uma amiga me disse um dia que estava sofrendo muito, pois o marido a traía. Ouvi sua história, que realmente era uma história de dor e depois lhe disse o seguinte: Você tem dois caminhos – Você o perdoa e fica com ele ou você o perdoa e se separa. Pois o perdão é essencial para quem quer ser feliz.
Ela me disse mais ou menos assim: “o que ele fez não tem perdão”. Pensei um pouco e disse: se isto lhe dói tanto o melhor é perdoar e se separar, você poderá refazer sua trajetória de vida. Ela me respondeu: “A, mas não consigo viver sem ele”, bom pensei, você quer é sofrer com ele...
Outro caso interessante, não vou colocar nomes.
- Um psiquiatra conversava com sua paciente e ela lhe disse que tinha carregado sua cruz(marido) por toda sua vida e achava que isso tinha sido algo nobre de sua parte. Depois de terem conversado bastante tempo a mulher meio assustada lhe fez uma pergunta: O senhor esta querendo dizer que eu deveria ter me separado dele? Preste atenção na resposta: Tanto faz separado, ou junto o que você poderia ter feito é tê-lo amado. Pois é muito duro viver carregando um fardo na vida, precisamos fazer da vida um ato de felicidade e isto só é possível se agente for grato pelo mundo que nos rodeia e “amarmos uns aos outros”. Vivemos infelizes por que queremos receber amor dos outros, quando na verdade o que nos faz feliz é o AMOR que doamos.
Ficamos assim “com essa pessoa não deu certo, mas com outra vai dar, vou ser feliz!”
Se vai dar certo ou não depende de muita coisa.
Quantos de nós temos aquelas paixões avassaladoras e vivemos com ciúmes asfiquiciantes para ambos, pois quem o sente não tem paz, vive desconfiado e nervoso e a pessoa vigiada fica muito irritada com todo o controle do outro, ambos infelizes e dizem que é em nome do Amor, mas isso é sentimento de posse e controle, um age como se o outro fosse um troféu, uma peça de seu xadrez.
Amar é doar-se ao ser amado, querer que ele seja feliz! Ame pois isso faz muito bem à saúde. Nosso coração é algo muito interessante, quanto mais doamos mais ele se enche do que doamos, doamos controle, mágoa de ter sido contrariado e muito mais, e enchemos nosso coração destas coisas venenosas, mas se doamos AMOR enchemos nosso coração de AMOR. E o AMOR é o único caminho para a felicidade.
“Mas eu não controlo meus sentimentos, eu já sei disto mas continuo sentindo ciúmes, mágoas e revolta por que o outro não me compreende e não me ama como eu gostaria”. Quem disse que as coisas boas são fáceis? Não é fácil mudar isso, mas é possível, se não o fosse os sábios da Terra não teriam nos ensinado os caminhos do verdadeiro AMOR. Não desista de AMAR, é um exercício constante de mudanças de valores, eu achava que ser amado era a coisa mais importante no meu relacionamento, mas agora descobri que o mais importante é AMAR e ser grato pelo Amor que recebo. Veja bem se eu desejo o amor do outro, mas não dou como quero receber e o outro também faz da mesma forma ambos vão sofrer.
E se eu decido Amar, e dou mais valor a dar AMOR do que em receber e o outro também resolve fazer isto, ambos vão se AMAR de verdade. A arte em viver consiste em dar AMOR!
Saiba que se estamos com alguém é por que decidimos estar com este alguém, se decidimos ficar com ela(e) então vamos amá-la(o). É bom pra quem? Pra quem resolve Amar , pois o Amor enche o coração de quem o dá.
Quantos de nós vivemos dizendo: “O outro fez isto, mas vou descontar, ele vai ver”. Nesta história a pessoa que fala isto está feliz? Geralmente ficamos infelizes e jogamos a culpa somente no outro e devolvemos a agressão, quando temos a opção de perdoar e ir embora ou de perdoar e ficar, sendo assim feliz! O que realmente importa é o que sentimos, e o nossos sentimentos é nós quem somos donos deles.
Lembre-se você está no controle de sua nave sentimental, você é quem pilota, você escolhe o caminho que quer seguir.
“É melhor chorar por muito ter amado, do que não chorar.
Mas também não ter sorrido com medo chorar...”
Sofrer em um relacionamento, já que somos seres ainda cheios de defeitos é inevitável, mas curtir sofrimento é opcional. Até aqui texto anônimo.
Meu texto é uma opinião particular sem pretensão de estar certo ou de dizer a verdade, é só uma exposição de um pensamento.
“O AMOR é paciente; é brando e benfazejo; o AMOR não é invejoso; não é temerário, nem precipitado; não se enche de orgulho; - não é desdenhoso; não cuida de seus interesses; não se agasta, nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta, tudo crê, tudo espera, tudo sofre.
Agora, estas três virtudes: a fé, a esperança e o AMOR permanecem; mas, dentre elas, a mais excelente é o AMOR (S. PAULO, 1ª Epístola aos Coríntios, cap. XIII, vv. 1 a 7 e 13.)
Quem dá recolhe a felicidade de ver a multiplicação daquilo que deu.
Oferece a gentileza e encorajarás a plantação da fraternidade.
Estende a bênção do perdão e fortalecerás a justiça.
Administra a bondade e terás o crescimento da confiança.
Dá o teu bom exemplo e garantirás a nobreza do caráter.
Os recursos da Criação são distribuídos pelo Criador com as Criaturas, a fim de que em doação permanente se multipliquem ao Infinito.
Serás ajudado pelo Céu, conforme estiveres ajudando na Terra.
Possuímos aquilo que damos.
Não te esqueças, pois, de que és mordomo da vida em que te encontras.
Cede ao próximo algo mais que o dinheiro de que possas dispor. Dá também teu interesse afetivo, tua saúde, tua alegria e teu tempo e, em verdade, entrarás na posse dos sublimes dons do amor, do equilíbrio, da felicidade e da paz, hoje e amanhã, neste mundo e na vida eterna.”
Emmanuel
Francisco Cândido Xavier, contida no Livro "Fonte Viva" - 1956
“Eu não mando em meu coração (sentimentos).
”Tenho ouvido muito esta frase. Muitas pessoas a usam para justificar um relacionamento cujo ela própria diz que não deveria estar com a outra pessoa, mas ela não manda no que ela sente, e por isto sofre, mas quer continuar com a pessoa em questão. Então o Amor seria obra do acaso? Quando se ama uma pessoa apenas se ama, e se não se ama, não se ama? Seria sorte? Um bom relacionamento é sorte?
 
O Espiritismo é a Luz
Escrito por Manoel Philomeno de Miranda   
Qui, 01 de Dezembro de 2011 16:22
Autor: Manoel Philomeno de Miranda (espírito), psicografia de Divaldo Franco.
“O Espiritismo se nos apresenta como o roteiro de segurança para o equilíbrio do espírito do homem. Desfazendo as ilusões da matéria e vencendo as sombras transitórias que vedam as visões do Mundo Espiritual, apresenta-nos as causas reais de cujos efeitos e somente neles, até agora, se há detido o pensamento da pesquisa tecnológica; suas asseverações rigorosamente filosóficas conseguiram avançar além da própria Filosofia no seu conjunto classicista, porque, em saindo da interrogação pura e simples, da indagação meramente vazia e das conjunturas da hipóteses, traz das realidades metafísicas as soluções morais e vitais para o enigma-homem, que se deixa de quedar perturbado pelas incógnitas diversas, para palmilhar a senda dos fatos, de cujo contexto extrai a realidade ontológica legítima que o capacita a avançar intimorato, embora as circunstâncias, condições e climas morais, sob cuja constrição evolui na direção do infinito. Sim, porque não são os homens que realizam espontaneamente incursões no além-túmulo, mas, e principalmente, os vitoriosos da sepultura vencida que retornam, cantando a ressurreição da vida após a lama e a cinza do corpo, a repetirem incessantemente a lição imorredoura do Cristo, na manhã gloriosa do domingo, logo após a sua morte, como Astro fulgurante, atestando desse modo a indestrutibilidade do espírito e, conseqüentemente, as sucessivas transformações da vida para atingir a sublimação.
Religião do amor e da esperança, pábulo eucarístico pelo qual o homem pode comungar com a imortalidade, é o lenitivo para a saudade do desconforto ante a ausência dos seres amados que o túmulo arrebatou, mas não lhes conseguiu silenciar a voz; esperança dos padecentes que sofrem as ácidas angústias de hoje, compreendendo serem elas o resultado da própria insânia do passado, porém, com os olhos fitos na esplendorosa visão do amanhã, que lhes está nas mãos apressar e construir; praia de paz, na qual repousam em dinâmica feliz os nautas aflitos e cansados do trânsito difícil no mar das lutas carnais; santuário de refazimento através da prece edificante; escola de almas, que aprendem no estudo das suas informações preciosas e das suas lições insuperáveis a técnica de viver para fruírem a benção de morrer nobremente; hospital de refazimento para os trânsfugas do dever, que nele encontram o bálsamo para a chaga física, mental, moral; todavia, recebem a diretriz para amar e perdoar, a fim de serem perdoados e amados pelos que feriram e infelicitaram; ‘colo de mãe’ generosa é o amparo da orfandade, preparando-a para o porvir luminoso, já que ninguém é órfão do amor do Nosso Pai; abrigo da velhice, portal que logo abrirá de par-em-par a aduana da Imortalidade; oficina de reeducação onde a miséria desta ou daquela natureza encontra a experiência do trabalho modelador de caracteres a serviço das fortunas do amor; traço de união entre a criatura e o Criador, religando-os e reaproximando-os, até que a plenitude da paz possa cantar em cada criatura, à semelhança do que o Apóstolo das gentes afirmava: ‘Já não sou eu quem vivo, mas é o Cristo que vivem em mim’. (Gálatas, 2: 20).
As altas responsabilidades conseqüentes do conhecimento do Espiritismo, forjam homens verazes, cristãos legítimos. Neles não há campo para a coexistência pacífica do erro com a retidão, da mentira com a verdade, da dissimulação com a honestidade, da lealdade com a hipocrisia, da maledicência com a piedade fraternal, da ira com o amor... Compreendendo que ser espírita é traçar na própria conduta o comportamento do Cristo, a exemplo de todos aqueles que O seguiram, e consoante preceitua o eminente apóstolo Allan Kardec, o aprendiz da lição espírita é alguém em combate permanente pela própria transformação moral, elevação espiritual e renovação mental, com vistas à perfeição que a todos nos acena e espera.”
Livro: Nos Bastidores da Obsessão
“O Espiritismo se nos apresenta como o roteiro de segurança para o equilíbrio do espírito do homem. Desfazendo as ilusões da matéria e vencendo as sombras transitórias que vedam as visões do Mundo
Última atualização em Qui, 01 de Dezembro de 2011 16:42
 
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